Pequena marioneta,
Controlada por fios de seda,
Vermelhos como o sangue,
Aquele que te inunda as veias,
Que te pulsa no coração!
Pequena marioneta,
Por vezes feliz, na perfeição
De um mundo só seu,
Que escolhe partilhar
Com as mãos que tanto adora,
As que lhe tecem a ilusão!
Pequena marioneta,
Só, a um canto esquecida!
Suas lágrimas de cristal
Caem como uma chuva
Que não lhe mancha o mundo,
Nem a perfeição!
Pequena marioneta,
Desfaz a seda com a raiva do cristal
E deixa o sangue correr!
Abre as tuas asas sem medo
E deixa-te viver!
2 comentários:
começo a achar muito estranho todos os teus poemas mais ou menos recentes terem todos uma referencia a asas, passaros, ou aviões...
será k isso tem alguma coisa haver comigo???
se calhar ate tem...
muiti porquinha
Carlinha, finalmente vim ler a tua mais recente obra prima. ^^
Está tão bonito...pergunto-me que mãos estarão a segurar os fios dos quais se quer soltar. (:
PS- Lamento, mas é-me impossível dissociar este texto da "Master Of Puppets", sabes que os Metallica andam sempre comigo. :P
Beijinho.
<3
Enviar um comentário